Ontem li uma crônica do Mário Prata que, entre outras coisas, me inspirou o post, inclusive o título. A narrativa era sobre nós mulheres; não sei se classificaria como homenagem, mas ahh, como fomos enaltecidas no breve texto. E claro que concordei em gêneros e graus, pois somos sim, cores e graça para o mundo.
O que não seria de toda sua extensão sem o brilho feminino? Sem os olhares singelos e tão sedutores? Sem esse passo a passo coordenado, charmoso e por que não dizer reluzente? E cada um deles, sobre finos saltos de peep toes glamourosíssimos!
Ah, pura beleza.
E aqui, estamos todas nós: as de 20, mostrando ao mundo o frescor do encanto, e muito esperando dele; as de 30, balzacas encantadoras, ali, em cima daquele equilíbrio quase que divino do pouco muito que já experimentaram, destilando vivências, anseios, mistérios... (Claaaaaro que, estando euzinha falando a todas (e todos), vocês de dentro desta ala, declaro-me suspeitíssima. Balzaquianas merecem um post exclusivo; são marcantes, beijam bem, fazem sexo bem, dão conta de tudo!
Mário Prata já falou sobre elas numa crônica da-quelas!!! Arnaldo Jabor e outros também).
Não dá pra esquecer da força das de 40, 50, 60....
Nós mulheres somos adorno dos mais requintados, beleza escultural, para o mundo, para nós mesmas e certamente, para os homens. Esses últimos fazem e desfazem, tiram e põem, movidos pelo amor e admiração à nós mulheres: trabalham duro, malham pra ficar saradinhos, compram um carro, trocam esse carro, bebem, deixam de beber, choram e sorriem, sorriem e choram...Tudo por nós (neste ponto, devo lembrar que cabe aos que possuem suas companheiras extremosas, dedicarem-se com exclusividade à elas)!
Certamente uma atmosfera respirada somente por homens seria sisuda, cinzenta e simples demais. Faltaria diversão e força. Equilíbrio e traquejo. Faltariam franjas, madeixas ao vento, bocas coloridas e sorrisos marotos.
E as cinturinhas?
O que não seria desse vasto mundo, sem as cinturas e saboneteiras?!
Somos todas divas....Lindas Mulheres!
Inspirado em:
Pra Cumemuié (titulo intrigante, esse...), do livro Cem Crõnicas de Mário Prata.
Aos que se interessarem, a crônica divertidíssima está
Aqui.