Sempre que podemos, marido e eu paramos para conversar sobre nossos projetos (minha inquietação e ansiedade juntas, produzem uma quantidade absurda deles)... coisas que gostamos, que sonhamos, que queremos conquistar (...) é muito gostoso. Em alguns momentos ele precisa me frear, ou, no mínimo, rir comigo de alguns devaneios.
São os filhos, (se possível continuar alimentando o sonho de mais um), os paparicos... reformar a casa, comprar uma nova. Estudar, conhecer outras culturas, viajar sem fim... fotografar essas belezas... da família, do Brasil, do mundo, das novidades... Aprender a cozinhar, cortar os cabelos, abraçar uma causa, escrever meu livro...
São planos infinitos...
São os filhos, (se possível continuar alimentando o sonho de mais um), os paparicos... reformar a casa, comprar uma nova. Estudar, conhecer outras culturas, viajar sem fim... fotografar essas belezas... da família, do Brasil, do mundo, das novidades... Aprender a cozinhar, cortar os cabelos, abraçar uma causa, escrever meu livro...
São planos infinitos...
É, quando falo em projetos, particularmente, idealizo tudo perfeitinho, bem arquitetado; me preocupo um pouco demais.
(Uma vez falei um pouquinho sobre isso aqui no blog, o quê (muitos) planos e expectativas podem envolver, o quanto realmente conseguimos ou podemos controlar no desenrolar desses processos... Acho complicado; acabo sempre questionando se é melhor seguir um guia de medidas à risca, fazer bonitinho, como manda o figurino, ou deixar o barco correr... Meio termo? Qual seria?)
Mas questionamentos a parte, falar sobre o que já construímos, aprendemos e, acima de tudo, sobre o que sonhamos, é muito positivo. No geral, areja, norteia e nos reabastece. Sem contar que sempre crescemos com estes estímos, com estas possíveis mudanças que os projetos carregam. Dá uma trabalheira danada, exige, causa medo... mas quando acontecem, acabam nos modificando e, no final, trazendo coisas boas.
Eu costumo pensar muito, pesar tudo e, sim, exagero. Tenho mil ideias, quero realizar tudo e com cautela total; por essa razão, aprendi parar e entregar, pelo menos, uma parte do que pretendo, nas mãozinhas do destino. Batalhar, mas confiar. Dá uma cara mais tranquila a tudo e modera minha ansiedade.
E nesse trajeto meio incerto - que percorremos com o coração cheio de desejos - o melhor de tudo acaba sendo o próprio caminho ao encontro de cada sonho; a subida íngreme e todo o aprendizado que eles nos dão como belos presentes. Depois, quando chegamos lá, começa tudo de novo. Não é bom?
Eu costumo pensar muito, pesar tudo e, sim, exagero. Tenho mil ideias, quero realizar tudo e com cautela total; por essa razão, aprendi parar e entregar, pelo menos, uma parte do que pretendo, nas mãozinhas do destino. Batalhar, mas confiar. Dá uma cara mais tranquila a tudo e modera minha ansiedade.
E nesse trajeto meio incerto - que percorremos com o coração cheio de desejos - o melhor de tudo acaba sendo o próprio caminho ao encontro de cada sonho; a subida íngreme e todo o aprendizado que eles nos dão como belos presentes. Depois, quando chegamos lá, começa tudo de novo. Não é bom?



































