Mostrando postagens com marcador Vida de Casal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vida de Casal. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, maio 17

Projetos



Sempre que podemos, marido e eu paramos para conversar sobre nossos projetos (minha inquietação e ansiedade juntas, produzem uma quantidade absurda deles)... coisas que gostamos, que sonhamos, que queremos conquistar (...) é muito gostoso. Em alguns momentos ele precisa me frear, ou, no mínimo, rir comigo de alguns devaneios.
São os filhos, (se possível continuar alimentando o sonho de mais um), os paparicos... reformar a casa, comprar uma nova. Estudar, conhecer outras culturas, viajar sem fim... fotografar essas belezas... da família, do Brasil, do mundo, das novidades... Aprender a cozinhar, cortar os cabelos, abraçar uma causa, escrever meu livro...
São planos infinitos...

É, quando falo em projetos, particularmente, idealizo tudo perfeitinho, bem arquitetado; me preocupo um pouco demais.

(Uma vez falei um pouquinho sobre isso aqui no blog, o quê (muitos) planos e expectativas podem envolver, o quanto realmente conseguimos ou podemos controlar no desenrolar desses processos... Acho complicado; acabo sempre questionando se é melhor seguir um guia de medidas à risca, fazer bonitinho, como manda o figurino, ou deixar o barco correr... Meio termo? Qual seria?)
Mas questionamentos a parte, falar sobre o que já construímos, aprendemos e, acima de tudo, sobre o que sonhamos, é muito positivo. No geral, areja, norteia e nos reabastece. Sem contar que sempre crescemos com estes estímos, com estas possíveis mudanças que os projetos carregam. Dá uma trabalheira danada, exige, causa medo... mas quando acontecem, acabam  nos modificando e, no final, trazendo coisas boas.

Eu costumo pensar muito, pesar tudo e, sim, exagero. Tenho mil ideias, quero realizar tudo e com cautela total; por essa razão, aprendi parar e entregar, pelo menos, uma parte do que pretendo, nas mãozinhas do  destino. Batalhar, mas confiar. Dá uma cara mais tranquila a tudo e modera minha ansiedade.

E nesse trajeto meio incerto - que percorremos com o coração cheio de desejos - o melhor de tudo acaba sendo o próprio caminho ao encontro de cada sonho; a subida íngreme e todo o aprendizado que eles nos dão como belos presentes.  Depois,  quando chegamos lá, começa tudo de novo. Não é bom?

sábado, fevereiro 11

Fim de Férias e Carnaval... aqui... em São Paulo



As férias acabaram. Faz um tempinho já... mas agora que a criançada voltou para a escola, a sensação de que estamos  entrando no ritmo (puxadíssimo) de 2012, fica mais real.

Tudo bem que ainda tem carnaval. As pessoas estão felizes, super animadas... e é boa essa energia. A maioria fazendo planos pra curtir o agito e o calor de Salvador, Rio e outros lugares que fervem nesta época; outros, como meu novo cabeleireiro (Bjo Isa), preferem fugir das altas temperaturas dessa lindíssima festa popular... Vou ali em New York, mas não demoro. Prometo(rsrs)... 

Eu tenho um pouco de medo de toda essa agitação. Juro. 

Sem mencionar que estou incrivelmente cansada. Sim, o ano mal começou e minha velha rotina, sono entrecortado e algumas outras coisinhas, já me puxam os pés.

Aí prefiro me esconder (nada de praia, de muita movimentação); Ou andar por São Paulo, curtindo umas coisas gostosas que ela guarda, como a Av. Faria Lima (sem trânsito), a comida árabe do Almanara (amo), o Shopping Iguatemi (que tem lugar cativo no meu coração paulistaníssimo, desde os almoços com as amigas, na época da faculdade e que, em breve, ganhará um "irmãozinho", Jk Iguatemi).

E quando consigo distrair meus filhos - nessa hora somente um combinado pra que Theo e Sofia deixem a gente dar uma escapadela -  fugir com o marido pra me deleitar  com as massas e com o famoso sorverte de jabuticaba do Buttina. O espaço é super aconchegante. Lindo.


É... coisa de paulistano meesmo. De quem é estranhamente viciado nesta cidade, e reclama... e ama!

São Paulo que tem até música, aqui em casa: Energy -  The Apples in Estereo.



Um fim de semana lindo a todos!


quinta-feira, janeiro 12

Um pulinho no litoral norte

Merecido!
Nada como, após um looongo ano (a sensação é de ter tido um 2011 com uns 700 e poucos dias), pisar a areia da praia e ver o mar. Dias bons ao lado do meu amor, num hotelzinho charmoso, escondido e cercado do melhor do litoral norte: sossego, comida excelente e praias perfeitas (algumas praticamente  desertas, como Calhetas).

Honestamente, meu íntimo sempre diz que  lugares praianos não são, propriamente, refúgios, lugar pra descanso nestas datas, mas Boiçucanga e Toque-Toque, por exemplo, tem muita coisa boa pra se curtir e por serem um tantinho mais afastadas do centro de São Sebastião, permitem sim, descanso e aconchego, além de serem lindas.

Na nossa varandinha! E a praia de Toque Toque à vista




Preguiça

Toque- Toque Grande, carrega um brilho todo particular, principalmente pelas cachoeiras e  pela Praia de Calhetas, dona de um pôr-de-sol como há muito não víamos e para onde só se tem acesso por trilha, caminhando.  Suas águas são clarinhas, cintilantes e excelente opção para mergulhadores.

 Pôr do Sol em Calhetas


Calhetas -  Desertinha

Foi a que mais gostei, nesta parte das nossas férias (mas tem que usar muito repelente, tá? (rs) ).
(Também vale lembrar do protetor solar, inclusive para os lábios e cabelos). 

A praia de Toque-Toque também é puro charme e quase vazia, mesmo nesta época do ano.

 
Águas clarinhas em Toque-Toque


Depois, para os que quiserem agitar, tem Maresias que continua como trecho pop daquele lado do litoral e têm restaurantes legais, como o Badauê -  que é bacanão (têm em Juquehy também), super colorido, alegre e tem serviço de praia - além de muita badalação. Particularmente achei tudo muito, muito movimentado. É Maresias... Agitadíssima (tô velha pra isso...)!
Para os amantes de praia é prato cheio. Para levar o marido e os amigos. 

E os filhos rs? Curtiriam o mar e a areia a beça (apesar de quase não ter visto crianças), mas preferi dividir as férias em fases, e separar a parte que seria só deles. Senti que aproveitamos mais. A  Sofia e o Theo também.
Prometo fotos da bagunça deles, com os baldinhos e as conchinhas!

Voltando, fizemos uma parada rápida na Riviera (amei), que pertence a Bertioga. Faz parte do projeto de urbanização do município, mas preserva as riquezas naturais e o meio ambiente, por isso é linda. Depois conto em outro post. Promessa.

E nessa onda de praia, lugares Bonitos do Brasilbrasileiro...

Bonito? Vamos?
Jericoacoara? Sim, eu quero rs! (Revista Vogue de Dezembro, trouxe uma matéria boa sobre as belezas do Ceará, para os que quiserem se interar e preparar as próximas férias (ou feriado rs), e ir para um dos lugares mais lindos e comentados do nosso nordeste).

Ana, lembrei muuito de você quando fiz este post. Tem como não lembrar das dicas do teu bloguito, quando falamos de praias e super passeios? Fora a Praia da Pipa, que já vi em suas postagens no Face e li bastante a respeito em guias e revistas. Já quero conhecer! Bjo



Bjo e muita preguiça. Ainda...


sábado, novembro 26

Alegria de criança


Final de semana passado tivemos muita emoção... e diversão. Duas festas infantis, de dois amigos super especiais da Sofia. Aliás, como foi dito na roda de mães, entre brigadeiros e cupcakes, a turma dos nossos filhotes está de parabéns (deixando a modéstia de lado (rs) ) . Cresceram, aprenderam muitas coisas e são um exemplo primoroso de amizade!

Ambas comemorações reuniram muitos coleguinhas num encontro divertido e prazeroso, para as crianças e para os pais. E nestas rodas papeamos, escutamos histórias, compartilhamos grilos. E é bom. Nos faz sentir amparados nas inseguranças da maternidade e suas tantas fases.

Eu, que não sou das mais assíduas nas festinhas, apesar de conhecer a maioria dos casais de pais, da turma da Sô, levei algumas broncas por conta disso, e aproveito a inspiração pra me redimir. Sorry, sorry, sorry! 

Estava tudo maravilhoso; o papo de mães, principalmente. E que a Sofia não me escute, mas o mais interessante da conversa, foi descobrir o encantamento de quase todas as meninas, pelo Matheus, um amiguinho lindo, super educado, e que, conforme apuramos, já aquece coraçõezinhos. 

Festa infantil  nos faz pensar em barulho, correria e um super cansaço. Mas estas coisas fazem parte do espetáculo... O mais legal e emocionante é, em meio a tudo isso, cantarmos e aproveitarmos sem limite a alegria dos pequenos aniversariantes. Única e tão contagiante nestes momentos.

Em casa, ouvi por horas os meus dois lindinhos falando sobre as festas. Assim, cheios de si, meio cansadinhos, mas felizes da vida. Comendo ainda, as balas e pirulitos daquelas sacolinhas que prolongam a sensação da algazarra toda, por looongos dias.

Sobre o Matheus?
Ouvi frases cheias de doce... (eu aguento?)

E claro. Fiquei como boba, atenta...pensando... E achando tudo lindo!


sexta-feira, agosto 26

SIM, ACEITO!



Viver a dois é uma das coisas mais gostosas, mais extraordinariamente incríveis e curiosas da vida. O casamento tem o super poder de prender e libertar, de dar e tirar e de tantas outras coisas paradoxais; É um exercício diário de amor, paciência e concessões,  que apesar de tão difícil, pode ser também, surpreendentemente gratificante e enriquecedor.
Não, não precisa ser até que a morte separe; o legal é ter e poder contar com um verdadeiro amigo, durante a longa jornada de buscas e descobertas que cada um de nós experimenta. Enquanto tiver que ser.
Há os que se dizem avessos ao  matrimônio, ou pelo menos a toda aquela coisa ritualística das cerimônias, mas o que normalmente percebo (especialmente nas rodas femininas), é que todos aqueles que estão fora, como diz o ditado, querem se encontrar... digo, entrar!
Falando por mim, confesso que mesmo carregando dentro do peito uma faceta sempre  romântica, me pegava confrontando esse tal romantismo e praticidade,  o emocional e  o racional, procurando me assegurar que estava no controle de tudo (como se fosse possível).
Vivendo hoje bem casadinha, sinto que, por aqui, foram generosos os ares do casamento. Passamos diversas fases. O fácil, o difícil, o encantador. As manias, as coisas engraçadas, as absurdamente irritantes (rs), as que aprendemos a tolerar... e contudo, acho que ganhei um "novo espírito", que me revitalizei depois dos votos de fidelidade. E lá se vai um "bombocado" de anos junto dele...
Promessa de felicidade não temos quando se pensa em vida a dois, mas com certeza ela se torna mais intensa e mais bonita. O dia-a-dia são aquelas velhas e eternas tentativas de equilibrar tudo: filhos, trabalho, o marido... dentro das minhas várias fases e humores. Tentar combinar amor, respeito, cumplicidade e ainda preservar  meu eu, minha individualidade. Vira e mexe ouvimos que nós mulheres somos muito complicadas, mas sabemos que não é verdade. Somos sim muito cheias de sentimentos, meio vendaval de emoções (entre tantas outras coisas), que um abraço carinhoso já aquece, já acalma.
De verdade,  somente bons parceiros são capazes de se sustentar na hora da dor, de sorrir os sorrisos mais sinceros nas conquistas e de quebra, ainda fazer com que o outro se sinta forte e poderoso para as batalhas que não cessam.

quinta-feira, abril 21

DELÍCIAS DA PÁSCOA



 As comemorações que mais curtimos aqui em casa são Páscoa e Natal. Talvez pela representatividade,  a ideia de partilhar e renovar.

Falar e ouvir falar sobre vida e esperança, mesmo que muito mais ou tão somente nestas épocas, nos alimenta; faz bem. E a simbologia pascal, a passagem para um recomeço reaviva muitos sentimentos. Gosto de me cercar da família,  abraçar  todas estas cores e refletir. Bastante.

As crianças? Adoram. Comemoram com o coraçãozinho saltitante. Alegres, festeiros.
Se possível querem ver o tal coelhinho, pintar o rostinho (menos o Theo. Apresento a vocês uma criança que não gosta de se pintar. Em nenhuma ocasião) e, claro, querem comer muito chocolate.

Tudo isso é pra lá de gostoso, ainda mais em família, com os pitotes enchendo os ouvidos da gente com aquelas cançõezinhas antigas.

Sim,  hoje cantei com eles, recortei orelhas de coelho (muitas rs), conversamos sobre a Páscoa. E dividir tudo isso com meus filhos, me faz pensar ainda mais na grandeza desta celebração e no quão especial este (novo) tempo pode ser para todos nós.





P.S.1: Theo implicou deveras com o fato do coelho ser bossa nova e  só beber coca-cola... No final preferiu deixar pra lá e fazer as pazes com o orelhudo. E o medo de ficar sem ovo?

P.S.2:  E toda Páscoa eu quero um ovinho destes infantis, pra guardar as surpresinhas. Não são bonitinhas? 
Este ano estou vivendo mais intensamente esta data tão bonita. Certamente são meus filhos; todas as fases lindas, cansativas e de aprendizado que já passamos juntos. Congelar o tempo não dá mesmo (rs), então só resta aproveitar cada instante  tão valioso, ao lado deles!



Beijos e uma Páscoa colorida a todos!

 

sexta-feira, março 11

POLLOCK


Quem acompanha meu blog, já deve ter observado que os assuntos aqui são mesmo diversos. Vou  pegando carona no vai e vem de inspirações...
Os que como eu  são blogueiros incorrigíveis, também sabem que somos feitos de fases; em algumas, uma profusão de pensamentos e textos praticamente prontos nos invade, em outras nos sentimos quase que num deserto de ideias.

Desta forma, talvez ainda em clima de Oscar, o assunto de hoje é cinema; para trazer como dica, Pollock.
O filme já é antiguinho (ano 2000), mas sempre surpreendente, seja por um pequeno detalhe de figurino ou expressão, seja pela  interpretação e atuação dos atores como um todo.

Dirigido e protagonizado por Ed Harris, a história é um resumo envolvente sobre a vida e carreria de Jackson Pollock - pintor expressionista, que viveu no começo do séc. XX. -, relatando desde os primeiros ensaios de sua arte, até o seu auge com o aprimoramento de algumas técnicas de pintura, passando por todos os seus dramas e conflitos (especialmente o alcoolismo), até sua morte em 1956.

De tudo, merecem destaque: As atuações emocionantes de Ed Harris e Marcia Gay Harden (que levou o Oscar como atriz coadjuvante), a produção e, particularmente, as excentricidades de Peggy Guggenhein, reproduzidas com primor em cada gesto, por Amy Madigan.

Peggy Guggenhein



Peggy, interpretada por Amy Madigan, em Pollock



Excelente fim de semana a todos!

terça-feira, janeiro 11

AS DRACENAS, JANIS JOPLIN, BOBBY MCGEE... E EU


Quem me conhece um pouquinho (ou um montão), sabe que adoro plantas e Janis Joplin. 

As primeiras me carregam para um outro lugar - esteja eu onde estiver - , quando estamos naquelas trocas (adubação, podas, rega) quase que...simbióticas. As músicas da Janis... bem, estas idem.

Ontem foi dia de cuidar, com uma atenção toda especial, de uma de minhas Dracenas; entretanto a energia inesgotável dos meus filhos ( estão sempre me rodeando, estes pequenos, sempre na barra da saia, como falava minha avó), tira boa parte da concentração necessária para o ofício. Nestas horas ouvir sobre Bobby McGee, ajuda (bastante).
Os que, como eu, curtem Janis, sabem que ela era, entre muitíssimas outras coisas e poréns, intensa; e o modo como ela descreve Bobby e sua aventura amorosa junto dele, pela Luisiana e outros lugares, até a Califórnia,  traz uma sensação de transmutação (pra quem ouve com o coração, ela cantar)... De sentimentos e energias. É quase como pular de uma vida ditada e repleta de regras extremamente complicadas e desnecessárias, para uma experiência mais simples,  porém plena.

Toda vez que ouço esta canção (Me and Bobby McGee), viajo com ela e Bobby, de carona, assim meio sem destino, embalada pelo som da gaita, dentro de um denim surrado e botinas empoeiradas pela terra do Kentucky.
Claro que Bobby e Janis não tiveram filhos; mesmo naquele intenso furor. Nem Dracenas cheias de cochonilhas, imagino eu. Tiveram sim, uma química da-quelas, num amor destes meteóricos, mas que nos deslocam no tempo. Tiveram por um tempo, um ao outro.
Acho bonita a intensidade do sentimento deles, mesmo aparentando ter acontecido num caso fugaz.

...E quando a história vai terminando, estou toda interada com minha Dracena, vou voltando para os meus filhos e para o meu Bobby McGee.


P.S.: Me and Bobby McGee, foi escrita por Kris Kristofferson. Portanto Bobby nasceu como mulher. Janis foi quem, habilmente, "mudou" o sexo da moçoila.
A Canção foi destaque do álbum Pearl, lançado em 1971, 6 meses após a morte da cantora.

sexta-feira, dezembro 10

EU, O BATMAN E OS VELHOS PROBLEMAS DE GOTHAM...


Velhos problemas...
No meu caso, não tenho plena certeza de que são velhos ou  de que são os mesmos, mas o fato é que eles existem e lamentavelmente ou não, sempre irão existir (e teria a vida mesma beleza sem tais desafios?)...
Aqui em Gotham, digo, em casa, a correria é tremenda. Tem sempre algo ou alguém precisando de socorro. Junto, há também o coringa, a mulher gato, o charada e outros tantos vez ou outra, atrapalhando o andar da carruagem.
São os que metem o bedelho, os experts donos de soluções infalíveis, os mau agourentos e às vezes o batmóvel, precisando de uma boa revisão.  
(Em se tratando de pessoas ansiosas tudo multiplica-se monstruosamente, não sei por que causa ou razão. Talvez uma auto-cobrança para estar com tudo em dia, e aqui entra: casa funcionando, marido devidamente mimado, filhos cuidados e PROTEGIDOS, leituras do dia, feitas, projetos e carreira  rumando para o sucesso -  se já estiver lá, melhor ainda - , refeições balanceadas, corpo em forma e os cabelos...ajeitados, pelo menos... ufa!)
Quem acompanha o blog já leu um pouco sobre essa agitação toda, aquela velha falta de tempo, que nos dias de hoje é mais famosa que celebridade, está aqui e aí e assola a tudo.
E os conflitos? A sensação de que perdemos as rédeas da condução da vida?
Sentimento bem chatinho esse. Travo batalhas homéricas com o figurão...
Nestas horas, sinto minha Gotham, realmente de pernas para o ar.
Como o batman resolveria esses probleminhas, ãh?
Não sei, mas de um modo ou de outro poria fim nisso tudo.

Uma vez, ouvi em um outro filme de héroi (com certeza vocês também) que, juntamente com grandes poderes (sim temos super poderes. Pode ser que a rotina não nos deixe enxergar ou sentir, mas os temos; especialmente nós mães), vêm grandes responsabilidades. Ouvi ainda que devemos sempre acreditar, e se algo nos foi confiado, é porque temos a capacidade única de fazê-lo, de dar a solução.
Não sou o batman (ou a batgirl rs), nem o homem-aranha...
Mulher maravilha?
Talvez...
E defendendo descaradamente a classe,  sei que existem algumas outras por aí; e se o caos também existe  é para que passemos por ele, e após atravessá-lo, que possamos sair do outro lado, melhores e prontos para o próximo embate, tenha ele cara de vilão ou não.

...Gotham nos chama.





Este post começou a nascer aqui quando, ainda que sem saber  porquê, fui comparada ao Batman pelo próprio maridooo...

terça-feira, dezembro 7

UMA BELA CONFUSÃO

"...Não quero que aqueeele velhinho, leve toda a fama neste Natal!"

Mal sabia o marido que estava pisando em campo minado, ao proferir a frase e colocar em prática uma ideia... furada...
A intenção foi bonitinha, querendo adiantar para os filhotes alguns dos presentinhos que eles pediram ao Papai Noel, em suas cartinhas.
Foi tooodo prosa até a loja e eu fui incubida de entregar os brinquedos ao Theo e à Sô, na tarde de ontem.
Lá fui eu, porém....
- Eu queria que o Papai Noeeeeeeeeel desse pra mim... foi a primeira reclamação que ouvi (da Sofia), acompanhada de uma tromba da-quelas.
 O Theo não entendeu nada...Olhava o bico gigantesco da irmã e arregalava os olhos na tentativa de decifrar porque PRESENTE, foi igual a UMA TREMENDA CARA FEIA, naquele momento... Provavelmente ficou mega confuso com a artimanha do pai que, sorrateiramente, subtraiu (antes do tempo), a carta do bom velhinho de entre os galhos da árvore de natal...
Neste momento, nem toda minha experiência no campo da relação pais e filhos, nem meu arsenal de frases calmantes, associados a muita paciência foram suficientes para "abafar" a situação provocada por esse pai tão... audacioso (onde já se viu passar a  perna no Papai Noel?) e evitar algumas lágrimas.
Por outro lado  mãe é mãe e, mesmo sem saber, estamos  preparadas para todas estas armadilhas engraçadas, entre outras coisas, desde que começamos a gerar nossas crias. Quando pegamos os rebentos no colo, todo o resto acontece. Sabemos cuidar, limpar, alimentar, aquecer e proteger de tudo, é verdadeiramente instintivo; Como uma centelha mágica colocada ali pelo criador, apenas esperando o momento ideal  para cintilar e nos envolver a todos, especialmente em momentos críticos.
Como de costume, respirei. Consegui convencê-la de que o velho Noel havia concordado com tudo o que o papai tinha feito, liberando-o para dar alguns dos ítens da carta, e finalmente tive a sensação boa de que estava tudo apaziguado entre todos, presentes ali ou não. Ganhei uns olhares tortos, o Sandro umas caretas feias quando chegou, mas o mal entendido foi resolvido.

Saldo:
Não sei se foi ataque de bobeira ou corujice de pai, contudo sinto que aquela velha figura rechonchuda, de casaco e calças vermelhas, ainda levou a melhor (rs)...

Deixo  algumas imagens da Revista Crescer deste mês, que entre muitas dicas legais  -  presentes educativos,  spa para os kids, lidando com a birra (essa a gente precisa e muuuito)  -  traz uma super matéria: Como nos tornamos mães? Apontando o aumento de nossa sensibilidade e como nos preparamos para ser sempre a (o) melhor para os pequenos.


Fotos: Bárbara Wagner
Todas as imagens: Revista Crescer

Dar ao seu filho a certeza do seu amor incondicional mesmo quando as frustrações dele sejam provocadas por você. É, não é fácil. Mas essa é a sua maior prova de afeto e  o caminho para que ele aprenda a importância desse sentimento para sempre.

Revista Crescer

segunda-feira, novembro 15

MARIA BRIGADEIRO - ATELIÊ (Simplesmente... irresistível!)


Amigos, neste finde o maridones me levou ao Maria Brigadeiro (estávamos afins de provar esse doce, doce, porém com o toque deste ateliê). O hermanito e a  cunhadíssima estavam conosco (adoro muito esses dois!) e a presença deles adoça de forma especial nossos tours gastronômicos.
(Quando o assunto é comida eu aproveito, acho até que passo um tequinho do ponto. Curto desde o tradicional até o mais ousado).
O Maria Brigadeiro é um espaço suuuper mimoso, especializado neste docinho brasileiro pra lá de conhecido. O primeiro em São Paulo que prepara  os sofisticados brigadeiros gourmet (em outras palavras pra comer rezando, sabe?).
Imaginem aqueles segredinhos da vovó aprimorados, combinados a blends de chocolates diferenciados.... isso deu origem ao que eu chamaria de uma bolinha de chocolate Magnifique!, e apresentada na forma de 40 receitas di-fe-ren-tes.
Os sabores vão desde o tradicional, queridinho da casa, passando pelos de nozes e os mega abrasileirados como os de café, até os extremamente exóticos (pimenta e masala), que tal?
Bem, melhor irmos devagar. Como já diria minha mãe o lugar não vai fugir não, rs! Além do mais, num ritmo menos frenético, dá pra voltarmos mais vezes com a desculpa de provar o que ficou pra trás.
Desta vez escolhemos a caixinha de vinte unidades com direito a mesclar nossos preferidos. 


Há outras opções de embalagens igualmente lindas e finalizadas no capricho. As caixinhas por exemplo, são super fofas amarradinhas com laçarotes de fita; as marmitas vem embaladas com lenços exclusivos Alexandre Herchcovitch (que chiquice, né?)  e trazem diversas opções de estampa.


Achamos o máximo (obviamente me refiro às impressões femininas; os homens limitaram-se a olhar e olhar, só).
A loja oferece ainda, alguns outros produtinhos interessantes como livros de receita e jóias com motivos do tema.
O espaço é todo retrô,  meeega simpático.
A-mei! E como diz o próprio slogan deles: 

"A vida é curta, comece pela sobremesa!"

...então... comecemos! 


Obs.: Como muito falei em brigadeiro, não posso deixar de citar que o de colher tem sido a atração da vez;  a Gabi Cristal, fez um post completinho com altos toques de como e em que ocasiões preparar essa tentação. Está aqui.
Acompanho e curto a bessa o blog dela. Os textos são deliciosos, ela é uma linda sempre muito carinhosa. Lá, encontramos também super dicas de viagem, decoração e outros assuntos que a gente quer e precisa estar por dentro. Vale conhecer.

Beijão Ju, beijão Clau!
Beijo doce a todos!




Todas as imagens: Maria Brigadeiro

quinta-feira, setembro 9

EU, AMELIE

Gosto muito de cinema. O marido também. Depois que passamos a viver juntos, aprendi bastante com ele. Sério amigos, não sei se os amores de vocês são assim também, mas o meu gosta e entende o que pelo menos eu, chamo de bastante (apesar disso ser tão relativo)... Enfim, hoje consigo escolher um filme sabendo um pouco da história de seus diretores, um pouquinho das produtoras, roteiristas e alguns outros detalhes (não só o mocinho bonitão rsrs), aos quais antes, eu  não colocava mesmo, na balança.
Mas o post não é para falar propriamente disso. Sei que algumas de  minhas amigas blogueiras também gostam de cine, sempre citam alguns filmes muito legais. 
Inspirada por isso, pensei em registrar algumas cenas de O Fabuloso destino de Amelie Poulain. Acredito que a grande maioria já assistiu. Revi no feriado, e sempre que faço isso (Tenho quase 400 filmes em casa, gente. Gosto muito dos estrangeiros rs), dou muita risada e descubro cenas ou detalhes, aos quais não havia me atentado, antes. Esse em particular, acho brilhante. Amelie, dentro de sua vidinha simples, consegue "dar um colorido" ao seu dia e ao daqueles que a rodeiam. É  divertida, bem-humorada e... criativa. Além disso, como toda mulher, é romântica e sonhadora. Esses ingredientes bem misturados ao enredo da história, mais o charme da língua francesa (também adooro) e a interpretação da Audrey, resultam em, no mínimo, duas horas de boa diversão.
Há uns tempos coloquei um post, onde citava a faceta ácida (ah sim, acho que essa é a melhor...) da Amelie (rs), demos umas risadas, lembram? Para quem não leu, é este aqui!
Bem, como já disse a intenção é apenas publicar algumas ceninhas de um filme que adoro, deixar a dica pra vocês e... talvez mesclar com um pouquinho de mim...(rsrs).
Bora, ver minhas escolhidas?
 O máximo, né? Parecida comigo na cozinha. Se não for o trivial, ninguém pode saber o que vai sair.


Ah, não tem como contestar essa encarnação do mau-humor, meninas. Bravo!!!
Sou eu às segundas-feiras, logo cedinho. Entre outras situações... (rs)


Rs... Isso é apreciar sim, sétima arte. Eu gosto, mas mulher pra ficar no cinema desse jeito, (concentradinha) só se for sozinha mesmo, e pra assistir aquele filme que  está esperando estréia há duros longos meses e que traga, pelo menos, algumas cenas românticas enfeitadas pelo mocinho bonito.


 Ui, que eu me rendo às cenas finais do filme. É, além de tudo o filme tem final feliz. Hoje, os filmes tem mil estilos de argumentação e roteiros, mas eu curto mesmo o tradicional. Começo, meio e fim. Historinha linear com final bonito. Ih, sou a conservadora pra certas coisas. Até o marido briga comigo, por conta disso. Como pode, você ser tão modernex pra isso e tão quadradinha para aquilo, baby? Diz ele... (rs). Pois é, fazer o que... Filme tem que ter final feliz e ponto.


Amelie, dentro do que os pais um tanto excêntricos, lhe permitiram, curtiu a infância. Muito gracioso o enredo dessa fase da vida dela. Eu aprontei cada uma quando criança, que quando paro e penso, acho que meus filhos estão dentro de uma certa... normalidade.


E vocês, o que mais curtiram o filme?
Fico por aqui com minhas excentricidades de Amelie.

domingo, julho 4

HAPPY

Ontem tive um dia especial.
Mas a melhor parte foi encontrar você, baby...
Aí fiquei feliz de verdade!

Tão bom morrer de amor 
e continuar vivendo!
MÁRIO QUINTANA

sábado, junho 12

DIA DOS NAMORADOS

Nestas datas especiais, acho que não precisamos, necessariamente, dar ou receber presentes. Em uma como o dia doze de Junho, falar de amor  já está valendo. Aqui, na blogosfera, onde já recebi carinhosamente as boas vindas da Deia (beijão, linda), e de todos que me seguem, as trocas são riquíssimas, tem muita coisa inspiradora.
Eu pensei em contribuir, eternizando por aqui um dos mimos mais especiais e carinhosos que já recebi do amado, postando algumas imagens e contando um trecho de  uma das várias histórias que temos, desde que batemos na portinha um do outro.
O presente já é velhiiiinho, tem pra lá de dez anos, e ganhei quando éramos somente amigos de trabalho, e eu, ainda era Michelle Coimbra.
Trabalhando juntos, conversávamos sempre que a fila de jobs e briefings permitia, e de dentro da inocência das meninas de 20 e poucos, jamais suspeitei que ele extraía intencionalmente, meu gosto musical e músicas preferidas, dessas conversas amenas (mas ele foi hábil).
Pois é, depois de alguns poucos meses ele estava com uma coletânea linda das minhas (e dele também) músicas favoritas do Pearl Jam, banda que ele (coincidentemente, ou não), ama. Mais fofo foi receber um presente todinho feito por ele, elaboradíssimo literalmente:
No encarte as letras de quase todas as músicas, com as mais românticas traduzidas. A capa e contra capas, feitas especialmente pra mim, com a ilustração detalhada das capinhas de todos os álbuns fonte; enfim, tudo o que o sentimento e inspiração ditaram.
O mais engraçado é que as vezes, quando passava pela mesa dele, via, o que depois de um tempo percebi,  o que seriam os retoques finais na arte da capa do  meu disco.
De quebra, escreveu uns versos (fundo da caixa do disco) que dispensam comentários, falam por si; publiquei entre as imagens desse post, também.
Bem, fico por aqui, nessa tarde gelada de outono, deixando beijos pra vocês.
A trilha de hoje?
Pearl Jam e...
... brigadeiro de colher (outra paixão dele).
Um doce doze à todos!!!

sábado, maio 8

8 JUNTINHOS, NESSES 36!!


Pra você, amor. O bolo todo (rs).
Meu coração há muito já lhe entreguei...

Toda felicidade do mundo nesse 8 de maio.
Te amo!

Parabéns.

segunda-feira, maio 3

CINEMA E MIMO



Final de semana atípico, uma correria louca.
O Sandro trabalhou no sábado, mas mesmo assim
conseguimos um lugarzinho na estréia de
Homem de Ferro 2 (adoramos!!), e um tempinho pro
meu presente do dia das mães (antecipado) na Guaraná Brasil, que
eu simplesmente amo.
Um beijo pra Karina, a gerente de lá que todas nós
clientes também amamos!







sábado, maio 1


Um post pra você, amor. Contigo assisti o filme, aprendi a curtir
Pearl Jam e muitas outras coisas legais.

O filme é triste, mas é uma história bonita apesar disso, que
nos carregou pra dentro de nós mesmos, e nessa viagem,
assim como o personagem principal do filme, descobrimos segredos,
lugares bonitos, lugares não tão bonitos, sentimentos estranhos,
dúvidas, alegria, vontade de viver... tudo isso acerca de nós mesmos. Te amo.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...