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domingo, outubro 16

Casablanca


A primeira vez que assisti foi assim... meio sem querer; como aquele pedacinho de doce a mais, que a gente como por pura gula. Ganhei o presentinho do marido e achei bonito o gesto; provavelmente sua delicadeza foi o que me levou para junto da televisão.
Se gostei?
Ele fica separadinho no cantinho do coração do meu pequeno acervo, e sempre me inspira na maioria das coisas que quero fazer... Seja um passeio descontraído, mais romântico ou destes maternais com a Sofia e o Theo, com muito beijo e pipoca doce.
É um filme  para uma tarde  mais calma, com mantinha na poltrona.
A trama se passa em 1942, em preto e branco, o que, particularmente, acho charmoso, e tem a segunda guerra como fundo para o romance do casal protagonista, interpretado por Humphrey Bogard (indicado a melhor ator) e Ingrid Bergman.
Os olhares, os quase beijos e os passeios de conversível, embalados por As Time Goes By, tornam singulares as cenas de romance. O filme conta também com uma boa dose de drama e suspense.



 Bogard era o galã da época. O personagen
Rick, em Casablanca, era o responsável pelos
 corações partidos.




Os ansiosos, como eu, talvez achem o comecinho meio sem graça, mas é só o tempo da ambientação, para que mais tarde, estejamos totalmente envolvidos com o  desenrolar da história.

Os românticos amam.Os curiosos esperam até o final.
Destaque para a atuação belíssima de Ingrid Bergman. Pura emoção!

Casablanca é um dos clássicos consagrados do cinema e dificilmente não conquista um coração. Foi indicado a vários Oscars dos quais levou três: Melhor filme, melhor roteiro adaptado e melhor diretor (1943).

E vocês já assistiram? Gostaram?

sexta-feira, março 11

POLLOCK


Quem acompanha meu blog, já deve ter observado que os assuntos aqui são mesmo diversos. Vou  pegando carona no vai e vem de inspirações...
Os que como eu  são blogueiros incorrigíveis, também sabem que somos feitos de fases; em algumas, uma profusão de pensamentos e textos praticamente prontos nos invade, em outras nos sentimos quase que num deserto de ideias.

Desta forma, talvez ainda em clima de Oscar, o assunto de hoje é cinema; para trazer como dica, Pollock.
O filme já é antiguinho (ano 2000), mas sempre surpreendente, seja por um pequeno detalhe de figurino ou expressão, seja pela  interpretação e atuação dos atores como um todo.

Dirigido e protagonizado por Ed Harris, a história é um resumo envolvente sobre a vida e carreria de Jackson Pollock - pintor expressionista, que viveu no começo do séc. XX. -, relatando desde os primeiros ensaios de sua arte, até o seu auge com o aprimoramento de algumas técnicas de pintura, passando por todos os seus dramas e conflitos (especialmente o alcoolismo), até sua morte em 1956.

De tudo, merecem destaque: As atuações emocionantes de Ed Harris e Marcia Gay Harden (que levou o Oscar como atriz coadjuvante), a produção e, particularmente, as excentricidades de Peggy Guggenhein, reproduzidas com primor em cada gesto, por Amy Madigan.

Peggy Guggenhein



Peggy, interpretada por Amy Madigan, em Pollock



Excelente fim de semana a todos!

quarta-feira, novembro 24

AKIRA KUROSAWA - EXPOSIÇÃO


A Vogue deste mês trouxe, entre muitos assuntos interessantes (400 páginas super recheadas com dicas sobre moda, viagem, arte e cinema), uma matéria divulgando a exposição "Criando Imagens para Cinema", em comemoração ao centenário do nascimento de Akira Kurosawa.
A mostra traz 80 storyboards - nunca antes tirados de Tóquio -  feitos pelo cineasta japonês, considerado referência no mundo cinematográfico. Seus trabalhos influenciaram e influenciam até os dias de hoje grandes diretores, tendo sido ele um dos  mais importantes do século XX. 
Seus filmes retratavam basicamente o Japão Medieval, de forma emocionante e dramática, levando os expectadores a um mergulho profundo nesse universo encantador. Kurosawa ganhou diversos prêmios, entre eles o Oscar Honorário pelo conjunto de sua obra, no ano de 1989.
Os desenhos, segundo o mestre japonês, eram uma forma de vivenciar seu dom original, de manter vivo um talento que ele protelara em nome do cinema, além é claro, de ser uma forma de dar início ao que seria  posteriormente filmado.
Os Storyboards reunidos, referem-se aos filmes da década de 80 em diante. Entre eles estão KAGEMUSHA (A Sombra de um Samurai - 1980),  RAN ( Os Senhores da Guerra - 1985), este foi uma adaptação de Akira Kurosawa para Rei Lear de Shakespeare, YUME (Sonhos - 1990) entre outros.

Separei pra gente um dos desenhos mais famosos dele:

Desenho de Akira Kurosawa para o filme Ran


Abaixo, algumas das cenas de seus filmes:
 Cena de Yojimbo (O Guarda-Costas - Akira Kurosawa)
Emocionante!
Gosto de tudo na cultura oriental, meu coração fica mexido de verdade, gente.


Cena linda de Rachomon (Às Portas do Inferno - Akira Kurosawa)
Marcante!

A exposição acontece  até o dia 28 de novembro, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo.

E vocês, curtem as histórias de samurais e os desenhos deste ícone do cinema japonês?
O Theo e a Sofia a-doram essas histórias. A Sô também adora pintar e já ensaia com seus pincéis e cavalete dados pelo Tio Franco rs!

Beijo especial a esses meus samuraizinhos!
Beijão a todos!


Todas as imagens google.

sexta-feira, outubro 8

SÓ HOJE


Nããão. Não vou falar de Um Lugar Chamado Nothing Hill, apesar de achar o filme uma combinação de tudo o que há de mais delicioso (as locações, Julia Roberts, episódios engraçados e claro, uma boa dose de romance...).  Entretanto, quero falar da cena que escolhi; trazê-la para nossas vidas, fazer disso cotidiano pra gente, nem que seja só por hoje...
Esta é uma imagem, dessas que poderíamos chamar de encontro de almas, mais tocantes  que já pude botar meus olhinhos em cima. Traz uma  combinação de elementos completa, perfeita... Toda vez que vejo me surpreendo com a vida que ela - literalmente - carrega. 
Ela, serena... uma das mãos dada a ele; a outra protegendo a vida que carrega no ventre. Sensação maravilhosa, da qual somente nós mulheres, por alguma razão, podemos provar.
Ele naquele sossego habitual de homem, ocupando o lugar de protetor, de amor e  amigo. Feliz como ela. Ambos encontrados, amados e sublimados.
A harmonia dos gestos e das expressões, sintonizados, arrematam.
As cores também contribuem, equilibrando o restante.
Quando vejo o filme, observo os dois e tenho a sensação de que é isso o que buscamos (sem saber) e queremos da vida: As mãos dadas ao amor, os olhos e olhares para o futuro, a alma aconchegada na dele e o coração agradecido (...)
(...) assim, bem simples.


...I don't care if monday's blue
Tuesday's grey and wednesday too
Thursday I don't care about you
It's friday I'm in love...



Monday you can fall apart
Tuesday, wednesday break my heart
Thursday doesn't even start
It's friday I'm in love...
Trecho de Friday I´m in love
The Cure
Beijos e um excelente final de semana a todos!

segunda-feira, setembro 13

SIM AO AMOR


Amo o estilo de Edith Piaf (Artista francesa consagrada internacionalmente, mais especificamente pelo estilo Chanson, suas músicas e sua voz atravessaram décadas e marcaram época).

E aproveitando que estou na temporada cinema, aqui no blog, vou colocar Piaf - Um Hino ao Amor (originalmente La Môme), de carona nessa inspiração.
O filme foi lançado em 2007, e conta de forma extraordinária e emocionante (especialmente para as emotivas - como eu -  de plantão rs), a história dessa cantora francesa, que viveu no início do século XX, apontando desde os detalhes de sua difícil infância, até os vôos mais altos de sua ascenção e triunfo.
Achei lindo, bem construído e bem reconstituído (já vi algumas muitas vezes rs). 

A interpretação de Marion Cottilard (atriz que eu também amooo), não permite nenhum retoque, foi de verdade uma ponte para a alma de Edith, que praticamente renasceu através de sua figura. Fascinante o talento da moça, meninas. 

É mais uma diquinha de cinema, que aprovei e passo adiante.
Fiquem maaais que a vontade  pra palpitar, caso já tenha visto e curtido ou não.
Bjoss

Deixo também uns versos de La Vie En Rose. Linda...

 
Des yeux qui font baisser les miens,
Un rire qui se perd sur sa bouche.
Voila le portrait sans retouche,
De l'homme auquel, j'appartiens,

Quand il me prend dans ses bras
Il me parle tout bas,
Je vois la vie en rose
...


Olhos que fazem baixar os meus
Um riso que se perde em sua boca
Aí está o retrato sem retoque
Do homem a quem eu pertenço

Quando ele me toma em seus braços

Ele me fala baixinho
Vejo a vida cor-de-rosa
...

La Vie En Rose
EDITH PIAF

(Ficou aqui um tiquinho (porque como todo assunto interessante, são necessárias seguidas postagens, para que fique registrado ao menos uma parte do que carregam de expressivo),  sem maiores pretensões, dessa artista que eu adoro.


Mais bjos

quinta-feira, setembro 9

EU, AMELIE

Gosto muito de cinema. O marido também. Depois que passamos a viver juntos, aprendi bastante com ele. Sério amigos, não sei se os amores de vocês são assim também, mas o meu gosta e entende o que pelo menos eu, chamo de bastante (apesar disso ser tão relativo)... Enfim, hoje consigo escolher um filme sabendo um pouco da história de seus diretores, um pouquinho das produtoras, roteiristas e alguns outros detalhes (não só o mocinho bonitão rsrs), aos quais antes, eu  não colocava mesmo, na balança.
Mas o post não é para falar propriamente disso. Sei que algumas de  minhas amigas blogueiras também gostam de cine, sempre citam alguns filmes muito legais. 
Inspirada por isso, pensei em registrar algumas cenas de O Fabuloso destino de Amelie Poulain. Acredito que a grande maioria já assistiu. Revi no feriado, e sempre que faço isso (Tenho quase 400 filmes em casa, gente. Gosto muito dos estrangeiros rs), dou muita risada e descubro cenas ou detalhes, aos quais não havia me atentado, antes. Esse em particular, acho brilhante. Amelie, dentro de sua vidinha simples, consegue "dar um colorido" ao seu dia e ao daqueles que a rodeiam. É  divertida, bem-humorada e... criativa. Além disso, como toda mulher, é romântica e sonhadora. Esses ingredientes bem misturados ao enredo da história, mais o charme da língua francesa (também adooro) e a interpretação da Audrey, resultam em, no mínimo, duas horas de boa diversão.
Há uns tempos coloquei um post, onde citava a faceta ácida (ah sim, acho que essa é a melhor...) da Amelie (rs), demos umas risadas, lembram? Para quem não leu, é este aqui!
Bem, como já disse a intenção é apenas publicar algumas ceninhas de um filme que adoro, deixar a dica pra vocês e... talvez mesclar com um pouquinho de mim...(rsrs).
Bora, ver minhas escolhidas?
 O máximo, né? Parecida comigo na cozinha. Se não for o trivial, ninguém pode saber o que vai sair.


Ah, não tem como contestar essa encarnação do mau-humor, meninas. Bravo!!!
Sou eu às segundas-feiras, logo cedinho. Entre outras situações... (rs)


Rs... Isso é apreciar sim, sétima arte. Eu gosto, mas mulher pra ficar no cinema desse jeito, (concentradinha) só se for sozinha mesmo, e pra assistir aquele filme que  está esperando estréia há duros longos meses e que traga, pelo menos, algumas cenas românticas enfeitadas pelo mocinho bonito.


 Ui, que eu me rendo às cenas finais do filme. É, além de tudo o filme tem final feliz. Hoje, os filmes tem mil estilos de argumentação e roteiros, mas eu curto mesmo o tradicional. Começo, meio e fim. Historinha linear com final bonito. Ih, sou a conservadora pra certas coisas. Até o marido briga comigo, por conta disso. Como pode, você ser tão modernex pra isso e tão quadradinha para aquilo, baby? Diz ele... (rs). Pois é, fazer o que... Filme tem que ter final feliz e ponto.


Amelie, dentro do que os pais um tanto excêntricos, lhe permitiram, curtiu a infância. Muito gracioso o enredo dessa fase da vida dela. Eu aprontei cada uma quando criança, que quando paro e penso, acho que meus filhos estão dentro de uma certa... normalidade.


E vocês, o que mais curtiram o filme?
Fico por aqui com minhas excentricidades de Amelie.

sexta-feira, agosto 20

COMER REZAR AMAR... ver Julia Roberts, ouvir Eddie Vedder

Comer Rezar Amar, tem estréia prevista para outubro e eu (como boa leonina e  fã  de cinema), já estou ansiosa pra fazer essa viagem, pra me servir desse menu...

Ontem recebi por email, um vídeo que traz algumas cenas do filme. Apaixonante...
Porém, o que emocionou meu íntimo, foi assistir (trechinhos) ao "casamento":  Julia Roberts - numa história cheia de vida, divertida e imensamente rica - e voz de Eddie Vedder. A música composta por ele, é inspiradora.
Me fez refletir sobre o futuro, sobre o amor, fé e sobretudo a respeito do caminho que trilhamos em busca do que para mim, é o mais importante: Paz. Só ela é capaz de desenhar esses dias melhores que tanto sonhamos, que tanto queremos e que realmente precisamos.

Claro que não segurei as lágrimas (rs).

Better Days - Pearl Jam



..my love is saved for the universe
see me now I'm bursting
On one planet so many turns
different worlds...

 DA MÚSICA: BETTER DAYS
(meu coração sorriu... os lábios imitaram...)


Acho que falar de paz, de futuro e de vida nova, é falar sobre algo mágico: É falar sobre esperança. É encher os corações próximos desse sentimento, também.

 
Ontem, ganhei  esse selo O que é mágico pra você? , da queridíssima Márcia, dona de uma essência e de um espaço lindos. O blog dela é o Relacionamentos, Vida e Cotidiano.
E magia, para o meu espírito é isso: Colocar esperança nos corações, e sorrir esses sorrisos.
É como diz a música:  sentir-se parte do universo.
Isso é especial. Com certeza é mágico! 

P.S.: Ah meninas, e ser mãe? Isso é mááágico, com certeza.

E este selinho indico para:
Deia - Blog Rumo
Ioly - Blog Verdades de Mãe
Dri - Blog Bolsinha da Dri
O que é mágico pra vocês?

Amigos, todos vocês que me seguem, visitam e estão sempre fazendo dessa casinha, parada obrigatória, são cheios de magia. São aquele Pó Cintilante que levanta a gente nos dias mais frios, mais tristes, mais difíceis...

Bjs a todos!
Bjs Márcia 

segunda-feira, maio 3

CINEMA E MIMO



Final de semana atípico, uma correria louca.
O Sandro trabalhou no sábado, mas mesmo assim
conseguimos um lugarzinho na estréia de
Homem de Ferro 2 (adoramos!!), e um tempinho pro
meu presente do dia das mães (antecipado) na Guaraná Brasil, que
eu simplesmente amo.
Um beijo pra Karina, a gerente de lá que todas nós
clientes também amamos!







sábado, maio 1


Um post pra você, amor. Contigo assisti o filme, aprendi a curtir
Pearl Jam e muitas outras coisas legais.

O filme é triste, mas é uma história bonita apesar disso, que
nos carregou pra dentro de nós mesmos, e nessa viagem,
assim como o personagem principal do filme, descobrimos segredos,
lugares bonitos, lugares não tão bonitos, sentimentos estranhos,
dúvidas, alegria, vontade de viver... tudo isso acerca de nós mesmos. Te amo.
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