Os meus, me ensinam a todas as horas sobre tantas coisas... me mostram sobre tantas virtudes; sobretudo o amor, com a alegria e vivacidade típicas das crianças. E isso é tão puro e tão grande, que me emociona e motiva... Somente quero amar, perdoar... crescer.
Quando senti a Sofia mexer pela primeira vez em meu ventre, sabia que jamais seria apenas Eu, novamente. Seriamos sempre nós. Eu e ela. Adiante eu, ela e o Theo; numa simbiose tão perfeita que não permitiria mais em meu coração, espaço para outros amores (visto que parte dele eu já havia entregue ao Sandro, que carrega consigo, à mãos bem fortes, protetoras...). Hoje sou sim, mãe full time, com muitos projetos pra mim, mas sempre por eles (Sandro, Theo e Sofia).
Carregada desse amor e inspirada por ele, trago hoje para compartilharmos, as falas da cena de um filme que gosto muito: Stardust.
Não sei se todos já assistiram, mas trata-se aqui, não apenas de uma declaração de amor ao homem amado, mas pra mim, de uma Ode à esse sentimento tão bonito, combustível dessa nossa jornada de aprendizado, que creio estarmos percorrendo há muito tempo.
Não sei se todos já assistiram, mas trata-se aqui, não apenas de uma declaração de amor ao homem amado, mas pra mim, de uma Ode à esse sentimento tão bonito, combustível dessa nossa jornada de aprendizado, que creio estarmos percorrendo há muito tempo.
Segue:
Sabe quando falei que sabia um pouco sobre o amor?
Bem, não era verdade.
Sei muito sobre o amor.
Já o vi e vejo há séculos e séculos, querido.
Era a única coisa que tornava suportável, observar seu mundo!
Todas as guerras, dor e mentiras. Ódio...
Dava vontade de dar as costas e nunca mais voltar a olhar.
Mas ver o JEITO COMO A HUMANIDADE AMA...
... você pode procurar em todo o universo, e nunca achará
nada tão bonito!
Por isso sei também, que o amor é incondicional.
Sei também que ele pode ser imprevisível, inesperado,
incontrolável, insuportável... e estranhamente fácil de ser
confundido com aversão...
O que estou tentando dizer, é que Te amo!
O meu coração...
é como se meu peito mal conseguisse contê-lo,
como se ele não me pertencesse mais.
Pertencesse à você.
E se você o quisesse, eu não pediria nada em troca.
Nem presentes, nem demonstrações de devoção.
Nada, além de saber que você também me ama.
Apenas o seu coração
em troca do meu...
Hoje, dedico todo o meu amor, de modo especial aos "pais da minha vida":
Ao meu, aquele que me carregou nos braços, protegeu (até demais rsrs) e orientou, sempre.
E à você, San, pai dos meus filhos, amor companheiro que também me emociona e ensina, todos os dias dessa minha vida complicada.
Um beijo carinhoso no coração de todos.
Aos pais, um domingo cheio desse... Amor!



